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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Exercício para o corpo e para a alma

A atividade física na minha vida (acho que já falei isso por aqui) é mais do que um exercício para o corpo. É uma atividade para a mente, um momento só meu de relaxamento. Há quem não pense da mesma maneira. Porém, para que o exercício possa funcionar, também para você, como válvula de escape, é preciso achar algum que você realmente goste.

Durante boa parte da minha vida fiz ballet  e achava que faria para sempre, porque realmente AMAVA. Mas, com a vida corrida e priorizando outras coisas, tive que parar. Posteriormente, encontrei o muay thai. Exercício que consegue exteriorizar toda minha agitação e liberar a minha raiva energia.

Recentemente, resolvi experimentar o yoga. Já tinha ouvido muita gente falar sobre, mas o que realmente me impressionava eram as posturas. Comecei a seguir alguns IGs e fiquei fascinada.


Então, cheguei toda toda na minha primeira aula de yoga, já perguntando para a professora quando eu ia aprender aquelas posturas difíceis. Foi então que ela me explicou que eu estava querendo pegar o bonde andando  um pouquinho mais dessa atividade.

O yoga trabalha o autoconhecimento e a conexão com a natureza ou Divino. Existem várias modalidades, umas que exercitam mais a meditação, como o Bhakti Yoga, e outras que são voltados para o corpo, como Pole Yoga (associado ao Poli Dance) ou o Aerial Yoga (executado em faixas, como as de circo).

De acordo com a professora Eliane Costa, o yoga também melhora a saúde.



Essa atividade ainda trabalha a integração do ser como um todo: sua parte física, energética, emocional, mental e espiritual.




Alguns meses depois, já acho o yoga fundamental na minha vida, porque me acalma profundamente, além de, a cada aula, me lembrar que devemos ser fortes, flexíveis e persistentes na vida. Já que, com equilíbrio, tudo dá certo.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mais 48 horas, por favor?

Apesar de eu deixar claro que um dos princípios do meu blog é a liberdade, para falar sobre qualquer tema em qualquer estilo, a ideia inicial era postar conteúdos mais jornalísticos: um espaço para publicar matérias e artigos opinativos sobre o que eu tivesse vontade.  Mas o post de hoje é diferente, é um quase-desabafo, porque às vezes me pego tendo reflexões da vida e escrever me alivia, me deixa alegre, me liberta. Enfim, se até o Sakamoto o fez, que mal tem, né?!

Atualmente, as pessoas vivem numa correria sem fim. É um legado da Revolução Industrial. Desde crianças, têm mil atividades: aulas de idiomas, aulas escolares, mil atividades físicas e quando crescem ainda têm que lidar com emprego, compromissos sociais, frustrações, cobranças, pressões e tudo mais que vem no pacote vida adulta. É verdade meu bem, porque com a liberdade vem também a responsabilidade, já dizia o tio do homem aranha (ou quase isso).


Isso tudo porque a prioridade da geração Y é a carreira e, ao contrário de seus pais, eles não buscam apenas estabilidade e um "bom emprego", mas sim uma profissão que dê prazer, além de um bom salário. E não para por aí: querem ser especiais e se destacar de alguma forma, sendo assim, fazem mil coisas para se diferenciarem, ficando sufocados. (Mas não vou aprofundar nesse assunto por ser uma questão extremamente delicada, se você quiser ler mais sobre isso clique aqui). Essas pessoas têm metas altíssimas e se não bastasse satisfazer tudo o que a sociedade espera, elas ainda são rigorosíssimas consigo mesmas, tendo que atender aos próprios objetivos para sentirem-se realizadas.


A sociedade moderna acaba moldando seus integrantes a um ritmo frenético com os inúmeros compromissos e funções que cada um tem que assumir diariamente. Somado a isso, ainda há diversas causas de stress cotidianas, como engarrafamentos, poluição, falta de gentileza e empatia. Todos esses fatores reduzem a qualidade de vida e colaboram para o desenvolvimento de diversas doenças contemporâneas.


A questão é que toda jornada tem ambições a serem conquistadas, caso contrário, qual sentido teria viver?No entanto, vivemos contra o relógio, preocupados em não envelhecer, em fazer mil atividades, em transformar 24 horas em 72 e, assim, não vemos o tempo passar. Queremos dar conta de todos os amigos, de todos os filmes no cinema, todos os livros, das notícias do mundo, dos conteúdos disciplinares, da academia, da religião, mas por mais que você se esforce, alguma coisa sempre fica de lado. Então, quando abrimos os olhos, já há milhares de pisca-piscas espalhados pela cidade, diversos caras fazendo bico de bom velhinho, até um dia em que, no espelho, o reflexo terá rugas e fios brancos e, como já dizia a Cris, você vai parar para pensar: e aí, valeu à pena?

domingo, 14 de julho de 2013

A verdade por trás da rotina

Atualmente, se você perguntar a uma pessoa como andam as coisas, é bem provável que uma dessas expressões apareça na resposta: cansativas, corridas, agitadas. As pessoas estão sobrecarregadas em suas rotinas, o que faz com que não percebam pequenos detalhes da vida. A configuração padrão da sociedade é pensar os acontecimentos a partir de sua individualidade, ou seja, a partir de suas experiências e, dessa forma, cada um acaba encaixando-se na posição central, desejando que tudo seja subordinado a suas vontades.

Seguindo tal raciocínio, aborrecem-se facilmente por qualquer item que escape ao seu controle e não siga seus planos, como: engarrafamentos, filas de supermercado e pessoas que têm pressa. Entretanto, se pararem para pensar de outra forma, se imaginarem as histórias por trás de cada ser humano que cruza seu caminho, poderão compreender o mundo através de outros significados, enxergando, talvez, o dia-a-dia de forma mais agradável.

Aprender a pensar é algo extremamente relativo, já que o interpretante varia de acordo com a trajetória e a cultura de cada pessoa, porém aprender a pensar pode ser extraordinariamente útil caso entenda-se que essa faculdade humana é saber valorar o que é verdadeiramente essencial e relevante à vida de cada um.